Setembro Amarelo: O diálogo como caminho para cuidar da saúde mental dos jovens

O diálogo como caminho para cuidar da saúde mental dos nossos jovens
Nesse Setembro Amarelo, precisamos ter um olhar mais atento para as nossas crianças e adolescentes através do diálogo como melhor caminho.

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Dando continuidade aos assuntos trabalhados nesse Setembro Amarelo, convidamos nossa psicóloga Roberta Carvalho para discutirmos sobre a saúde mental de nossas crianças e adolescentes através do diálogo como melhor caminho para essa jornada. Confira:

Saúde Mental é um termo muito utilizado ultimamente! Mas, você já parou para pensar o que realmente significa? Já parou para pensar sobre a SUA saúde mental? Já parou para pensar que saúde não pode ser vista, apenas, como ausência de doença?! 

Como vai sua vida física, emocional, social e espiritual nesse momento? 

Suas ideias e sentimentos andam em harmonia? 

Na verdade, nossa saúde mental depende de como lidamos com nossas emoções. Além disso, é termos consciência dos nossos anseios e limitações, é termos equilíbrio em todos os setores da vida e mais, é sabermos como e onde pedir ajuda. 

Segundo a Organização Pan Americana de Saúde (Opas), metade de todas as condições de saúde mental começam aos 14 anos de idade, mas a maioria dos casos não é detectada, nem tratada. 

Infelizmente, a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) afirma que a população que comete suicídio está cada vez mais jovem, uma vez que a maioria dos transtornos podem ter início na infância e adolescência.  

Então, como abordar o tema com nossas crianças? Elas conseguem verbalizar com clareza o que pensam e sentem? Nem sempre!!

É possível perceber a diferença entre comportamentos típicos da idade, daquele, de quando alguma coisa não vai bem com nossos filhos? Sim!!

O mais importante é observar as mudanças de comportamento. Existem sinais claros de que um sofrimento pode ter se instalado desde a tenra idade, como por exemplo, isolamento social, irritabilidade, tristeza, queda no rendimento escolar, medos e ansiedades exagerados, entre outros. 

Mas, acima de tudo, aproxime-se da criança ou adolescente sem julgamentos, converse, pergunte, não tenha medo de “tocar nas feridas”, e, principalmente, não desmereça os sentimentos deles. O diálogo é o melhor caminho!!  

Aproveitando o Setembro Amarelo para lembrar que, às vezes, a vida fica muito complicada, mas que você não precisa levar tudo, nos ombros, sozinho. Falar sobre os problemas com profissionais especializados irá te ajudar a encontrar saídas para as dores mais profundas!  

Conte conosco! 

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